Fui num estabelecimento perto da minha casa, no bairro de Ehrenfeld, chamado Stadtgarten (algo como Cidade Jardim na tradução literal).
O máximo, por vários motivos. Amo o som do Lenine! Ele tem um jeito especial e encantador de lidar com a língua portuguesa e com os acordes.
Também porque o Lenine foi o primeiro artista de consagração nacional que entrevistei em 1999, pela extinta rádio comunitária Savassi FM, de Beagá. Acho que nunca vou me esquecer desse dia, do frio na barriga e de quão simpática é esta pessoa. Também fiquei intrigrada com o fato de reencontrá-lo neste momento de minha carreira. Conincidências existem?
Além disso, a WDR é meu xodó aqui na Alemanha. Pouco antes das eleições presidencias de 2006 fui convidada para traçar um mapa de tendências num programa de rádio chamado Lusomania. Fui caso de amor à primeira vista e logo pensei: ainda vou trabalhar aqui. E podem aguardar porque definitivamente ainda vou.
Acompanhei tudinho, sem uma gota de álcool na cachola. Foi super bacana, como sempre! Ao longo da apresentação, uma jornalista subia ao palco e conduzia uma entrevista português-alemão.
Duas respostas do Lenine foram marcantes. Quando ela perguntou sobre a relação especial que ele sempre demonstra ter com Pernambuco o artista se explicou dizendo achar curioso o nome do estado ter 10 letras sem repetir nenhuma. Uma forma de falar da diversidade do universo pernambucano. O Lenine ainda completou dizendo que o estado é cheio de ilhas ligadas por pontes - nada mais solitário que as ilhas, mas lá elas se comunicam.
Mas a melhor parte da conversa aconteceu pouco a seguir. Foi sem dúvidas quando o Lenine disse que Pernambuco está impresso no DNA musical dele. A conversa era em português e a entrevistadora não entendeu. Ao que perguntou, o que é DNA? Levando a merecida resposta: Ácido Dexóxico Ribonucléico! KKK, perdeu até o rumo de casa. Fim de papo, sequência do show que para além da emissão de uma hora ainda rendeu uma boa série de música brasileira da melhor qualidade.
Tuuuudo de bom!
Duas respostas do Lenine foram marcantes. Quando ela perguntou sobre a relação especial que ele sempre demonstra ter com Pernambuco o artista se explicou dizendo achar curioso o nome do estado ter 10 letras sem repetir nenhuma. Uma forma de falar da diversidade do universo pernambucano. O Lenine ainda completou dizendo que o estado é cheio de ilhas ligadas por pontes - nada mais solitário que as ilhas, mas lá elas se comunicam.
Mas a melhor parte da conversa aconteceu pouco a seguir. Foi sem dúvidas quando o Lenine disse que Pernambuco está impresso no DNA musical dele. A conversa era em português e a entrevistadora não entendeu. Ao que perguntou, o que é DNA? Levando a merecida resposta: Ácido Dexóxico Ribonucléico! KKK, perdeu até o rumo de casa. Fim de papo, sequência do show que para além da emissão de uma hora ainda rendeu uma boa série de música brasileira da melhor qualidade.
Tuuuudo de bom!
Um comentário:
Cris, aqui é a Dani da Pin-Up! Estou adorando o blog (a idéia - que é super bacana, o texto que tem uma fluência e uma "poética" perfeita e que não dá
vontade de parar de ler e o visual - super caprichado!).
Deu uma saudade de você...
Fico feliz que esteja feliz. Sucesso amiga! Bjs
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