terça-feira, 6 de março de 2007

Um jogador de futebol em minha vida

Estádio de Futebol em Leverkussen, na Alemanha, onde treinam os jogadores do Bayer




Dia desses conheci um quarentão super gato num pub de Colônia. Uns olhos azuis e irresistíveis pés de galinha. Sorridente e bem-vestido, jogou charme e começou um diálogo.

A conversa se deu na única língua que a criatura entende e que me esforço em aprender: alemão. Importante ressaltar que é difícil encontrar uma pessoa que se disponha a compreender minha gramática caótica. Caipirinha vai, caipirinha vem, começou ali um romance.

Entre sentenças sem preposições e frases inteiras sem tradução, descobri que ele já está aposentado. Foi jogador de futebol do MSV Duisburg, um time da primeira divisão do futebol alemão.
Tirou do bolso uma espécie de figurinha oficial do time, em que ele aparece trajando o uniforme do clube, todo suado, em plena performance. Isso, há 13 anos. Uma cena!
Entre os amigos, outro ex-jogador que esteve no Brasil com a seleção da Áustria.
O fato é que, não sei se o nosso caso terminou por causa da dificuldade que tenho em me expressar e entender o alemão, ou se só começou por isso. Por fim, entendi o sentimento das marias-chuteiras: preguiça!
Até que me esforço, mas não tenho muita paciência para futebol

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